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A Virtude da Modéstia


Introdução

Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, fez dele participante da vida divina, deu a ele domínio sobre todas as coisas visíveis. O homem é a mais perfeita das criaturas, é um ser individual que subsiste em uma natureza racional, e possui uma tendência intrínseca de buscar o Bem, a Verdade e o Amor. Sendo assim, o homem possui a mais alta dignidade entre todas as criaturas, podendo, por meio da razão e ajudado pela Graça, unir-se a Deus e viver uma vida beatífica. A virtude da Modéstia é o reflexo desta vida de quem buscou o Bem, a Verdade e o Amor, e manifesta em sua vida exterior, a beleza, o respeito, a discrição, a harmonia e a ordem.

Dignidade do Homem

Ao criar o homem, Deus deu a ele faculdades que nenhuma outra criatura recebera; a liberdade e a razão. Somente o homem é capaz de pensar sobre o mundo, sobre e si e sobre Deus, e na sua liberdade tomar atitudes correspondentes à Sua vontade. Adão e Eva usaram dessas faculdades para rejeitar a Deus, seu amor e sua vida divina, sendo expulsos do paraíso. Esta rejeição se deve ao fato, não de uma fraqueza interior, mas da verdadeira liberdade do homem, pois preferiu o pecado e não Deus; abusou de sua liberdade. O pecado de nossos pais teve como consequência a expulsão do paraíso e a sujeição a um novo corpo, um corpo corruptível, manchado, sujeito à fome, a dor, a doença e à degradação.

O pecado, portanto, feriu a ordem da criação, retirou da criação de Deus a sua bela harmonia. Deus enquanto Criador, fez tudo na mais perfeita ordem, mas, o homem, ao assumir um corpo corruptível devido ao pecado original, tornou-se manchado, fraco e propenso a cair em novos pecados caso se descuide. A respeito do batismo, pela Graça de Cristo, o pecado original é apagado e o homem pode voltar para Deus, porém as consequências do pecado sobre a natureza, enfraquecida e inclinada ao mal, permanecem no homem e o incitam ao combate espiritual.

Desta maneira, a criatura de Deus, homem, possui uma alma como sua forma, e seu corpo como uma matéria. Mas a alma e o corpo não são duas naturezas, homem é uma natureza nova proveniente desta grande união. A alma é superior ao corpo por ser esta quem o governa e por ser imortal, portanto, a excelência da vida do homem é viver a vida segundo a sua alma, e assim viver novamente a vida beatífica da qual Adão rejeitou. Podemos resumir dizendo como Santo Agostinho: “O homem foi criado por Deus e para Deus. Não encontrará descanso enquanto não repousar em Deus”.

A essência, a finalidade, o motivo, as razões… Toda a vida do homem alcança a sua perfeição ao chegar no seu estado original, naquele que faz parte do plano de Deus. Deus mesmo não cessa de chamar o homem, fazendo assim apelos para que o homem retorne para Ele. O maior de seus apelos foi assumir a condição humana. Deus se fez homem, para aproximar-se da humanidade, para falar a língua dos homens, para participar do mesmo sofrimento dos homens, para sentir o que os homens sentiram. A exemplo disto, Cristo quis por sua livre vontade ter a experiência da morte, e escolheu para si a morte mais dolorosa e humilhante que um homem poderia experimentar. Deus não se fez homem atoa. Sua humanidade nos faz olhar para a divindade que rejeitamos e assim nos incita a buscá-la.


Dignidade do Corpo

O corpo humano traz em si suas fraquezas decorrentes do pecado original, porém, ele possui uma dignidade que deve se refletir em toda a vida do homem. Ele foi criado por Deus e faz parte do homem como um todo. São Paulo nos fala que somos o corpo de Cristo (I Cor 12,27) e que ele é templo do Espírito Santo (I Cor 6, 19). Ora, Cristo ao assumir seu corpo humano o entregou, e ainda entrega, à toda humanidade como uma doação livre, por amor. São Paulo nos diz que nosso corpo é para o Senhor (I Cor 6, 13), portanto, na nossa liberdade e por amor, devemos doá-lo a Deus como uma oferta.

Toda a nossa vida deve ser uma oferta de amor. Há um autor que diz que nosso corpo deve ser uma mansão doce e segura onde Cristo possa repousar, e descansar de todos os males que o mundo tem lhe causado. São João Paulo II nos fala da dignidade deste corpo, diz que o corpo é a imagem visível de um dom invisível. Portanto, este corpo, não pode ser profanado. Ao contrário, a ele devemos ter todo o zelo expressando em todo o nosso agir a beleza e a santidade. Pensemos quando comungamos, Cristo está dentro desta mansão que a Ele preparamos. Ao comungar, somos um com Cristo, Sua carne está unida à nossa carne, Seu sangue unido ao nosso sangue. Como deveríamos nos vestir, nos comportar, falar, agir? A resposta é: Como Cristo! Isto é, expressando todo amor, mansidão, respeito, discrição e humildade.


Vida Virtuosa

Este esforço contínuo de agir bem, agir como Cristo, agir conforme a razão, nos leva à dimensão das virtudes. O homem, reconhecendo que não é apenas uma entre as criaturas mais inferiores, mas, a que possui a maior dignidade entre todas elas, se esforça por agir de acordo com sua própria natureza, isto é, imagem e semelhança de Deus. Repito: IMAGEM e SEMELHANÇA de Deus.

Como poderia um homem tão falho, inclinado ao pecado, ser a imagem e a semelhança de um Deus tão perfeito e bom? Como poderia este homem ser sinal de sua indefectibilidade? Irmãos, vejamos a Virgem Maria, a cheia de Graça, bendita entre todas as mulheres. Vejamos os santos, heróis da fé, grandes místicos e doutores. Como não ver Deus nestes homens e mulheres que levaram à perfeição divina a sua vida terrena? Como não emocionar-se com seus feitos heróicos? Uns pela virgindade, outros pelo martírio, outros pela doação aos pobres e doentes... Todos refletiram esta imagem e semelhança com Deus, a qual almejaram e se dedicaram por toda a vida.

A vida virtuosa é o ideal da vida humana. Sendo virtuosos agimos não segundo os animais, mas segundo a razão. No entanto, como controlar e amansar os impulsos animalescos de nosso corpo, visto que é enfraquecido pela mancha do pecado original? É bem verdade que possuímos a concupiscência, isto é, uma fraqueza corporal, uma inclinação a satisfazer nossos apetites sensíveis opondo-se aos ditames da razão. Mas, atendendo aos apelos que Deus nos faz, o homem se depara com a busca pelas virtudes. Estas são atitudes firmes, disposições estáveis, perfeições habituais da inteligência e da vontade que regulam os nossos atos, ordenando nossas paixões e guiando-nos segundo a razão e a fé. (cf. Cat. 1804).

Agir virtuosamente será para o homem viver segundo sua própria natureza, será viver segundo o plano de Deus. Assim estará retornando ao estado de inocência original de quando não havia ainda sido expulso do paraíso. Sobre este estado, nos diz São João Paulo II que estavam unidos, Adão e Eva, na consciência do amor esponsal de seus corpos. Este estado não os permitia olhar um para o outro como um mero objeto. Após a queda de nossos pais, eles se envergonharam por estarem nus. Seus olhos enxergaram de maneira desordenada, tiveram espaço para o desejo desregrado e se cobriram. Olharam-se como objeto de desejo. Portanto, a pureza de coração, a temperança nos nossos atos, a prudência nos nossos desejos, todas estas virtudes garantirão que retornemos à inocência original, a fim de termos uns pelos outros um reconhecimento de seu valor e sua dignidade que transcende o aspecto puramente material de nossa vida.

Faz-se, não somente necessário, mas urgente, nos tempos atuais, a consciência da inocência original e da pureza de coração. Em tempos onde o homem é um ser material, pragmático, utilitarista, mecânico, abre-se espaço para conceber o homem como um ser descartável. A exemplo, no mercado de trabalho, após uma certa idade ou a depender de alguma deficiência, ou não somente deficiência, mas também alguma característica física como a cor da pele, e também as mulheres com sua rotina menstrual, bem como a possibilidade de gravidez. Todos estes fatores são observados ao contratar algum funcionário, como se os homens fossem algum tipo de objeto que se pode escolher a dedo quem satisfaz mais as necessidades do contratante. Da mesma maneira, esse pensamento se reflete na aceitação do aborto. Não há nada mais cruel e desumano que uma mãe matar o próprio filho dentro de seu ventre. Entretanto, o egoísmo, a individualidade, as prioridades particulares fazem com que a vida daquele inocente seja assassinada, sem direito a defesa.



Virtude da Temperança

Dentre as virtudes, quero destacar uma, que norteará o nossa meditação sobre a modéstia: A Temperança. Esta virtude modera a inclinação aos prazeres sensíveis, contendo-a dentro dos limites da razão iluminada pela fé. Isto é, a pessoa que se dedica por alcançar esta virtude, ajudado por Deus, irá moderar os seus desejos de satisfazer os prazeres, especialmente os do corpo. Santa Teresa D’Ávila nos diz: “Que traiçoeiro é o nosso corpo, quanto mais o satisfazemos, mais desejos ele inventa”. Se nos deleitarmos nos prazeres sensíveis, e não colocarmos uma medida, em pouco tempo estaremos cheios de vícios. A própria palavra temperança deriva de “Ordem”. Do latim, Temperare, significa guardar o equilíbrio, ordenar, manter a ordem, moderar. “Deus temperavit corpus” (Deus ordenou o corpo. I Cor 12,24). Isto é, Deus fez o corpo de tal forma que ele é equilibrado, ordenado. Entendamos ordem como o contrário de desordem, como harmonia, organização.

Toda a obra de Deus possui uma ordenação. Também podemos dizer que toda a obra de Deus possui o tempero certo. O sol aquece o dia e o mantém a uma temperatura necessária para a nossa sobrevivência, mas se ele permanecesse sempre aquecendo haveria um calor absurdo e seria impossível permanecermos vivos, por isso Deus fez a noite e assim há o equilíbrio, o “tempero” certo. Da mesma forma nossa vida precisa ser temperada com a ordem, o equilíbrio, a moderação. Se satisfazemos os nossos desejos tanto quanto desejamos seríamos desequilibrados.

Isto se reflete nos tempos atuais, em um mundo marcado pelo abuso de bebidas alcoólicas, pelo uso de drogas, pela pornografia. Quantas e quantas pessoas não buscam tratamento por vícios que eles mesmos cultivaram por falta de moderação? Infelizmente vemos tantos e tantos casos de pessoas desequilibradas em sua sexualidade, viciadas em masturbação, inclinadas à pedofilia e à homossexualidade entre tantas e tantas desordens. Recentemente ouvimos falar também de uma pansexualidade, isto é, se relacionar com qualquer coisa que lhe causa prazer. Que tristeza ver o quanto tantas pessoas têm-se afundado nos seus prazeres, tirando de suas vidas a beleza de ser um humano sadio conforme o plano de Deus.

Como seria bom se o mundo hodierno pensasse como São João da Cruz, quando diz: “Uma só destas paixões desordenadas, ainda mesmo que não seja matéria de pecado mortal, é suficiente para manchar, enfear e tornar a alma incapaz de chegar à união perfeita com Deus”. Como seria bom se o mundo se preocupasse com sua alma. Infelizmente, nos tempos atuais, o corpo se torna a essência da vida do homem. Este corpo que é pó, e ao pó voltará, é tido como o objeto mais precioso, que deve ser satisfeito à todo custo. Todas essas paixões cegam, cansam, enfraquecem e mancham a alma, mas infelizmente, o homem desacredita ou ignora sua existência.




Virtude da Modéstia

Nossas ações devem ser um reflexo do que diz São Paulo aos Filipenses: “Ocupai-vos com tudo o que é verdadeiro, nobre, justo, puro, amável, tudo o que há de louvável, virtuoso, que mereça louvor.” (4,8). A virtude da modéstia está dentro da virtude da temperança. Ela é responsável por moderar a nossa soberba, nossa curiosidade, nossos movimentos corporais e o nosso vestir. A pessoa que se dedica a essa virtude, cumprirá o que diz São Paulo. Agirá, pensará, vestirá, falará, se comportará, segundo o que é verdadeiro, nobre, etc. É uma virtude de moderação dos movimentos interiores e exteriores.

Sobre os movimentos interiores, podemos falar da humildade e da curiosidade. Isto é, como você se relaciona com você mesmo(a), e com os outros. Uma pessoa imodesta se coloca acima dos demais, se sente superior, se vê como o centro das atenções. A verdadeira Modéstia irá moderar a estima, irá fazê-lo(a) colocar os outros à sua frente, não a sentir-se inferior, mas a pensar no outro e não em si. Justamente por isso se costuma dizer que num casamento, casa-se para fazer feliz, e não ser feliz. Casar para ser feliz seria como querer o outro como objeto para a sua felicidade, constituindo um egoísmo. Casa-se para servir, e numa dedicação mútua se constrói a felicidade do casal, que é um perfeito louvor a Deus.

Há também em nós um movimento interior chamado curiosidade. Ele tem seu fruto no desejo individualista de dominar as pessoas, as situações, e tudo que acontece, por isso quer sempre saber de tudo, vigiar, conhecer, ouvir e ver. A virtude da Modéstia irá moderar esse desejo de dominação, este instinto de estar por dentro de tudo, e lhe fará reconhecer que Deus é o verdadeiro dominador, enquanto você é um servo, e deve servi-Lo no silêncio, e não nas vãs informações sobre qualquer coisa que seja. A pessoa modesta dedicar-se-á a conhecer a Verdade e o Amor a Deus, não se preocupará com tolices e coisas vãs. Estará sempre inclinada para conhecer o Bem.

A respeito dos movimentos exteriores, também destacamos dois: Os movimentos corporais e o vestir. Como já disse acima, aquele que busca seguir a Cristo e unir-se a Ele deve fazer tudo quanto for possível para imitá-Lo. Que beleza o seu falar, o seu andar, o seu olhar! Lemos Evangelho segundo Marcos, sobre o encontro de Jesus com o jovem rico. “Jesus o olhou nos olhos e o amou” (Mc 10, 21). Que olhar suave, penetrante, profundo! O olhar de Jesus era capaz de ver o mais íntimo da alma daquele jovem. Cristo não só o olhava nos olhos mas o amava. Desejou o céu para aquele jovem, desejou tudo que há de mais virtuoso e perfeito. Sonhou com ele em sua morada eterna gozando de todas as alegrias indizíveis e impensáveis.

A pessoa modesta se esforçará por ter todos os movimentos corporais como os de Cristo. Na carta de São Tiago, ele nos diz que aquele que controla sua língua consegue controlar todo o seu corpo e aquele que não peca no falar, é um homem perfeito. (cf. Tg 3, 2-12). Assim como diz o Livro de Provérbios: “Quem modera os lábios, é um homem prudente” (10,19).Sobre o olhar nos diz o livro Eclesiástico; “Não detenhas o olhar sobre uma jovem para que a sua beleza não venha causar tua ruína. (9,5). Ainda nos diz o profeta Jeremias: “Meus olhos me roubaram a vida” (3,51). Quantos exemplos bíblicos a respeito da modéstia nos nossos movimentos. Os santos também nos dizem muito. Santo Agostinho diz que “do olhar nasce o pensamento, do pensamento a concupiscência”. São Bernardo de Claraval diz que “os olhos voltados para o chão fazem nossa alma voltar-se para o Céu”. Ele mesmo dava grande exemplo aos seus monges sempre conservando seu olhar baixo. Após um ano no mosteiro, ainda não sabia que o teto de sua cela era abobadado nem que a capela onde rezava possuía três janelas na parte alta.

Nossos ouvidos também podem ser motivo de ruína. Já dizia São Paulo que “Más companhias rompem bons costumes” (I Cor 15, 33). As palavras obscenas estimulam a curiosidade, desperta as paixões, acendem o desejo e incitam ao pecado. Além de que palavras pouco caridosas produzem discórdias, desconfianças, inimizades e rancores. Portanto, nos aconselha Adolphe Tanquerey (1854-1932), sacerdote francês autor de inúmeras obras de espiritualidade,que devemos vigiar as palavras, fechar os ouvidos e nos desviar de tudo o que perturbe a pureza a caridade e a paz.

Conclusão

Por fim, a compreensão de tudo o que foi dito até aqui refletirá na Modéstia no Vestir-se. Escrevi toda essa fundamentação, este longo texto explicando o valor e a dignidade do homem e do corpo, para fazer-lhes refletir em como se distorce a visão da virtude da modéstia. Esta que possui uma grande seriedade e se caracteriza como uma enorme dificuldade, tem sido rebaixada e confundida com um simples combinar entre vestidos e saias, entre véus e adornos.

Irmãos em Cristo, enquanto a Virtude da Modéstia serve para moderar os nossos apetites, é grande o número de pessoas que faz dela o motivo de sua vaidade pecaminosa. Não existe virtude sem mortificação, não existe modéstia sem dor. A alegria de uma pessoa modesta está em mortificar a vaidade, a sensualidade, a luxúria, a inveja, a avareza, a gula... Não existe Modéstia enquanto se usa uma saia para falar mal das que não usam, ou daquelas que não sabem combinar suas roupas, nem das que não possuem saias caras. A Modéstia no vestir-se constitui a compreensão da dignidade do corpo. Vestir-se bem, expressando beleza e harmonia, faz com que vejamos na pessoa a beleza divina.

Quando falamos de modéstia, imaginamos automaticamente as mulheres. Isto se deve a como os homens as enxergam. Quando Adão e Eva foram expulsos do paraíso, foi ao homem que Deus perguntou sobre a nudez (cf. Gn 3, 8-11). A Modéstia irá ordenar os apetites, tanto daqueles(as) que são mais tentados pelo olhar, quanto daqueles(as) que são mais tentados(as) por se exibir; em outras palavras, a Modéstia irá ordenar esta relação de ver e ser visto(a). Por isso, quando falamos de Modéstia, imaginamos automaticamente as vestes femininas.

Vestir-se bem, com decoro, discrição, respeito, faz com que os homens não pequem ao ver uma mulher, desejando-a de forma carnal e desordenada, e faz com que as mulheres exaltem uma beleza transcendente, relacionada às suas virtudes e ao amor de Deus. A Modéstia modera os apetites sensíveis, especialmente os masculinos, e modera os apetites interiores, especialmente os femininos. Faz com que a verdadeira beleza a ser vista e admirada seja a beleza de Deus e da Santidade.

Portanto, irmãos, peçamos a Deus a Graça de compreender todas estas coisas, e todas quantas forem necessárias para o nosso crescimento espiritual, e para que possamos praticar as virtudes segundo o Seu coração. Confiantes nas virtudes da Bem-Aventurada Virgem Maria e no exemplo de todos os Santos, sejamos verdadeiras testemunhas do amor de Deus para com a humanidade. Que possamos reconhecer o valor da vida humana e assim vivermos o plano de Deus como uma livre doação de nós mesmos.


Fiquem todos com Deus,

Graça e Paz!


Sem. Christian Deivisson




Maceió AL

08/09/2021



REFERÊNCIAS


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PIEPER, Josef. Virtudes fundamentais: As virtudes cardeais e teologais. São Paulo: Cultor de Livros, 2018.


RICARDO, Pe. Paulo. Modéstia, Como as mulheres devem se portar? (I). Padre Paulo Ricardo. 2013. Disponível em: <https://padrepauloricardo.org/episodios/modestia-como-as-mulheres-devem-se-portar-parte-1>. Acesso em: 08 de set. 2021.


TANQUEREY, Adolphe. Compêndio de Teologia Ascética e Mística. Trad. Dalton Zimmermann. Campinas: Ecclesiae, 2018.


WOJTYLA, Karol Józef. Teologia do Corpo. Dois Irmãos: Minha Biblioteca Católica, 2021.

 
 
 

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